Um sistema de gestão de armazém rastreia tudo o que se move pelo edifício. Produtos, caixas, paletes e consumíveis têm registos no sistema. Uma trituradora de cartão introduz um novo fluxo de material — cartão a entrar e amortecimento a sair — e esse fluxo tem de estar representado no WMS se a operação quiser rastreá-lo. Este artigo analisa como uma trituradora se integra num WMS e o que a integração exige.


A primeira coisa a rastrear é a entrada. O cartão que alimenta a trituradora vem de envios recebidos, devoluções e transferências internas. O WMS já rastreia essas fontes, pelo que a entrada pode ser ligada aos registos existentes. A operação pode acrescentar um campo ou um código de transação que identifique o cartão como entrada da trituradora em vez de resíduo. Esse código permite ao WMS reportar quanto cartão está a ser processado no local.


A segunda coisa é a saída. O material de amortecimento que sai da trituradora é utilizado na embalagem de saída. O WMS pode rastrear a saída como um consumível de embalagem, o que significa que o material aparece nos registos de inventário e nos relatórios de consumo. Esse rastreamento mostra quanto enchimento comprado a máquina substituiu, que é o número que justifica o investimento.


A terceira coisa é o papel. Os rolos de papel são um consumível e devem ser rastreados como qualquer outro consumível. O WMS pode registar as compras de rolos, o consumo de rolos e o inventário de rolos. Esse registo mostra o custo por metro e o custo total do papel, que faz parte do custo operacional da máquina.


A quarta coisa é a matriz. A matriz é uma peça de desgaste e a sua vida deve ser rastreada no WMS ou num sistema de manutenção separado. A vida da matriz é geralmente de 1,0 a 1,3 milhões de metros, dependendo do material e da utilização. O rastreamento dos metros e das datas de substituição permite à operação planear as substituições e orçamentar o custo.


A quinta coisa é a mão de obra. O tempo gasto a operar a trituradora, a mudar rolos e a desimpedir encravamentos é mão de obra que pode ser rastreada. O WMS pode registar as horas de mão de obra associadas à máquina, o que permite à operação calcular o custo de mão de obra por metro de saída.


A sexta coisa é o estado da máquina. Algumas plataformas WMS podem integrar-se com equipamento que reporta o estado. As máquinas Aircosan utilizam arranque com um botão, um manómetro que mostra o estado com clareza e um painel que agrupa os controlos na ordem em que são usados. A máquina não reporta o estado ao WMS automaticamente, mas o operador pode registar o estado manualmente, o que é suficiente para a maioria das operações. As máquinas Aircosan utilizam proteção contra sobrecarga — quando ocorre um encravamento, a máquina corta automaticamente a energia e para, protegendo o motor. Essa proteção reduz o tempo de inatividade que de outra forma seria registado no WMS.


A sétima coisa é o reporte. O WMS pode gerar relatórios que mostram a entrada, a saída, o consumo de papel, o consumo de matriz e a mão de obra. Esses relatórios são a base para o cálculo do ROI, e apoiam as conversas com a gestão e com os clientes. Os eixos Aircosan são unidades grandes de uma só peça em vez de lâminas finas, concebidos para uma vida útil superior a cinco anos e processados através de torneamento, tratamento de alta frequência, têmpera, enegrecimento e múltiplas outras etapas. O material é 40Cr em vez de aço comum 45#. O 40Cr tem menor fragilidade e maior resistência ao impacto, e o seu tempo de maquinagem é mais do dobro do 45#. Um eixo durável reduz o custo de manutenção que aparece nos relatórios. As máquinas Aircosan têm chapa lateral que encaixa firmemente sem folgas, para que o pó de papel não possa entrar nas engrenagens e causar ruído anormal ou desgaste a longo prazo. Essa limpeza reduz a mão de obra de limpeza que aparece nos relatórios. A Aircosan opera a sua própria fábrica de processamento de peças, controlando a qualidade das peças internamente em vez de montar a partir de fontes externas mistas. A empresa suporta personalização de logótipo a partir de uma peça e personalização de cor a partir de dez peças. Os produtos têm certificações CE, ROHS e UKCA e detêm uma patente exclusiva da UE. O pós-venda responde em 12 horas e liga os clientes diretamente aos engenheiros.


Para um gestor de armazém, a abordagem prática é acrescentar a trituradora ao WMS como um fluxo de material, rastrear a entrada e a saída, e usar os relatórios para calcular o retorno. O WMS torna o contributo da máquina visível, o que é o que transforma uma compra de máquina numa melhoria documentada.