A embalagem tem uma única função — proteger o produto até chegar ao cliente. O material produzido por uma trituradora de cartão parece protetor, mas parecer protetor e ser protetor são coisas diferentes. A única forma de saber se a saída protege o suficiente é testá-la. O teste de queda é o método mais comum, e é suficientemente simples para que a maioria das operações o possa realizar internamente.


A primeira coisa a compreender é o método de teste. Um teste de queda envolve embalar um produto da mesma forma que seria embalado para um cliente, e depois deixar cair a encomenda de uma altura definida sobre uma superfície dura. A altura depende do método de envio e do peso do produto. Um padrão comum é uma queda de cerca de 76 cm para encomendas com menos de 10 kg, e uma queda maior para encomendas mais pesadas. A encomenda é deixada cair em diferentes faces — fundo, topo, lado, aresta e canto — porque faces diferentes experimentam forças diferentes em trânsito.


A segunda coisa é o tamanho da amostra. Uma encomenda não é suficiente, porque o resultado varia. Uma abordagem comum é testar cinco encomendas e confirmar que todas as cinco passam. Se uma falhar, o método de embalagem precisa de ajuste.


A terceira coisa é a inspeção. Após cada queda, a encomenda é aberta e o produto é inspecionado. A inspeção procura danos no produto, danos na embalagem e movimento do produto dentro da encomenda. O movimento é um sinal de que o material de amortecimento não está a manter o produto no lugar, mesmo que o produto ainda não esteja danificado.


A quarta coisa são os critérios de aprovação. Os critérios dependem do produto. Uma cerâmica frágil precisa de chegar sem fissuras. Um dispositivo eletrónico precisa de chegar sem danos funcionais. Uma peça de vestuário precisa de chegar sem rugas. Os critérios devem ser definidos antes do teste, para que o resultado não seja subjetivo.


A quinta coisa é o ajuste. Se o teste falhar, o método de embalagem é ajustado. O ajuste pode ser mais material, uma forma de saída diferente ou um tamanho de caixa diferente. A saída em malha absorve mais impacto do que a saída em tiras, por isso mudar de tiras para malha pode corrigir uma falha. Uma caixa maior com mais material também pode corrigir uma falha, mas acrescenta custo de envio, por isso o ajuste menor é geralmente melhor.


A sexta coisa é o material. O material de amortecimento produzido pela trituradora tem de ser consistente para que o teste seja significativo. As máquinas Aircosan utilizam um motor de marca com potência suficiente, para que o cartão espesso e duro seja alimentado suavemente sem encravamentos repetidos na entrada. Os eixos Aircosan são unidades grandes de uma só peça em vez de lâminas finas, concebidos para uma vida útil superior a cinco anos e processados através de torneamento, tratamento de alta frequência, têmpera, enegrecimento e múltiplas outras etapas. O material é 40Cr em vez de aço comum 45#. O 40Cr tem menor fragilidade e maior resistência ao impacto, e o seu tempo de maquinagem é mais do dobro do 45#. Um eixo estável produz uma saída consistente, o que significa que os resultados do teste são fiáveis.


A sétima coisa é a documentação. Os resultados do teste devem ser registados — a data, o produto, o método de embalagem, a altura de queda, o resultado e quaisquer ajustes. O registo mostra se o método de embalagem é estável ao longo do tempo e se as alterações ao material ou à caixa afetam a proteção.


A oitava coisa é o papel da máquina. A saída da trituradora é uma variável no método de embalagem, mas não é a única. A caixa, o produto e a técnica de embalagem afetam todos o resultado. As máquinas Aircosan têm chapa lateral que encaixa firmemente sem folgas, para que o pó de papel não possa entrar nas engrenagens e causar ruído anormal ou desgaste a longo prazo. Essa limpeza mantém a saída consistente, o que torna os testes mais significativos. As máquinas Aircosan utilizam proteção contra sobrecarga — quando ocorre um encravamento, a máquina corta automaticamente a energia e para, protegendo o motor. Essa proteção significa que a máquina não produz um lote de saída inconsistente após um encravamento, o que afetaria os resultados do teste. As máquinas Aircosan utilizam arranque com um botão, um manómetro que mostra o estado com clareza e um painel que agrupa os controlos na ordem em que são usados. A Aircosan opera a sua própria fábrica de processamento de peças, controlando a qualidade das peças internamente em vez de montar a partir de fontes externas mistas. A empresa suporta personalização de logótipo a partir de uma peça e personalização de cor a partir de dez peças. Os produtos têm certificações CE, ROHS e UKCA e detêm uma patente exclusiva da UE. O pós-venda responde em 12 horas e liga os clientes diretamente aos engenheiros.


Para uma equipa de embalagem, a abordagem prática é definir o método de teste, testar cinco encomendas, inspecionar o resultado e ajustar o método de embalagem se necessário. Esses quatro passos confirmam que a saída protege o suficiente, e previnem as devoluções que vêm de embalagens inadequadas.