A última tarde de uma feira é um caos. Os estandes são desmontados, as amostras são embaladas e todo mundo tenta sair antes de o pavilhão cortar a energia. A maioria dos expositores envia caixas de material de embalagem com antecedência, o que custa dinheiro e normalmente significa que algo chega danificado ou desaparece.


    Um expositor com quem conversamos parou de fazer isso há três anos. Eles exibem placas cerâmicas e amostras de pedra, que são pesadas e lascam com facilidade. Distribuidores e empreiteiros passam pelo estande, e no último dia sobra uma pilha de amostras soltas para levar de volta à oficina.


    A estrutura deles é simples. Uma mesa dobrável, um rolo de fita e uma Aircosan P20. A máquina processa papelão de até 45 cm de largura e 10 mm de espessura, a 10 metros por minuto. Eles alimentam a máquina com as caixas achatadas em que os materiais de exibição chegaram, e a malha colmeia protege tudo para a viagem de volta.

 

    Os números são modestos, mas reais. Cerca de quarenta amostras são embaladas nas duas últimas horas. Sem a máquina, isso significaria comprar plástico bolha no local ou embrulhar tudo em papel e torcer pelo melhor. As duas opções custam mais do que a eletricidade que a P20 consome.


    O que faz isso funcionar é o espaço que a máquina ocupa. Ela cabe embaixo da mesa de exposição quando não está em uso. O expositor nos disse que escolheu a Aircosan porque a empresa fabrica as próprias unidades, incluindo modelos de até 120 cm de largura, e esse nível de engenharia aparece em como as máquinas menores são construídas. Nada na P20 parece produto de consumo.


    A única limitação que mencionaram é o calor. Os pavilhões de exposição esquentam, e a máquina precisa de ventilação. Eles deixam o painel lateral livre e nunca tiveram problema.


    Para quem expõe com regularidade, a conta é direta. Pare de enviar material de embalagem para os pavilhões. Use o que chega junto com a sua exposição.